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Barreira contra a criminalidade

Presidente do Conselho de Segurança pede ações nos acessos a Niterói para combater migração de bandidos do Rio

Foto: Lutiene Siqueira

Durante a reunião do Conselho de Segurança de Niterói, realizada ontem de manhã no auditório da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), no centro de Niterói, o presidente do Conselho Comunitário de Segurança da cidade, Leandro Santiago de Barros, solicitou ao comandante geral da Polícia Militar, Coronel Erir Ribeiro, e ao comandante do 12º BPM (Niterói-Maricá), André Luiz Belloni, que o policiamento da cidade seja fixo, já que o índice de criminalidade em Niterói tem aumentado. 

“Queremos o aumento do efetivo. Precisamos de 820 homens para garantirmos a segurança para a população. É necessário ainda o apoio de policiais rodoviários federais, pois a grande maioria dos crimes na cidade são praticados por criminosos que vêm do Rio de Janeiro. Eles passam pela Ponte Rio-Niterói sem serem interceptados. Temos que combater esta migração:, denuncia Leandro Santiago.

Outro tema debatido foi a criação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) para a cidade, pedido antigo da população. Questionado se haveria a implantação de uma UPP em Niterói, o coronel Erir Ribeiro desconversou. 

“A cidade poderá ganhar um presente após a realização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em julho, mas é surpresa”, limitou-se a dizer. 

André Bellonim, porém, tentou acalmar os ânimos e disse que a população pode ficar tranquila, já que os batalhões de Choque e dos Cães estão atuando em vários pontos da cidade por tempo indeterminado.

De acordo com a subsecretária de Estado e Governo da Região Metropolitana, Cristiane Amaral, a reunião é importante para a busca de soluções dos problemas da segurança pública em Niterói. 

“É fundamental um espaço onde a sociedade possa interagir com o poder público”, declarou.

Estiveram presentes também o secretário municipal de Ordem Pública, Marcos Jardim, o chefe do 4º Comando de Policiamento de Área (CPA), coronel Wolney Dias, o delegado da 76º DP, Alexandre Leite, o secretário estadual de Abastecimento e Pesca Felipe Peixoto, Zeca Borges, coordenador do Disque Denúncia, e Cláudia Orlinda, coordenadora do Conselho Comunitário de Segurança, entre outros.

Fonte: O Fluminense