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Economia do Rio de Janeiro ganha injeção de R$ 1,2 bi durante a JMJ. Niterói movimenta R$ 15 milhões

Movimentação de dinheiro durante a Jornada Mundial aconteceu pelo grande número de peregrinos na cidade, que recebeu milhares de católicos, entre brasileiros e estrangeiros

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Foram injetados recursos na ordem de R$ 1,2 bilhão na economia da cidade do Rio de Janeiro durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que terminou no último domingo, segundo informação divulgada esta semana pelo Prefeito Eduardo Paes. De acordo com ele, o balanço geral do evento ainda não foi fechado.

Mais de 10 milhões de pessoas acompanharam os principais eventos que contaram com a presença do Papa Francisco. Somente na missa de domingo 3,2 milhões de pessoas foram se despedir do papa em Copacabana, reunindo o maior número de fiéis. Durante os seis dias de evento, a cidade recebeu 335 mil peregrinos inscritos na JMJ, provenientes de 175 países, incluindo 220 mil brasileiros, segundo a organização do evento.

A Jornada Mundial da Juventude movimentou R$ 15 milhões em Niterói, segundo balanço divulgado pelo prefeito Rodrigo Neves e o arcebispo Dom José Francisco. A cidade recebeu 35 mil peregrinos que ficaram hospedados em 15 escolas municipais e movimentaram a economia da cidade principalmente no consumo em bares, restaurantes e lojas. Segundo Rodrigo Neves, esse foi o maior número de turistas que Niterói já recebeu e a movimentação favoreceu maior desenvolvimento da atividade econômica local.

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Durante os sete dias da JMJ, foram registrados apenas 15 atendimentos médicos, sendo o mais grave uma torção no pé. Também não houve transtornos no sistema de transportes ou registro de ocorrências policiais.

Para o prefeito de Niterói, o saldo da visita do Papa Francisco é extremamente positivo e mostra que a cidade tem gestão, planejamento e que está preparada para receber eventos expressivos como o encontro religioso.

O arcebispo de Niterói, Dom José Francisco destacou em carta enviada à prefeitura, o “empenho e boa vontade” do poder público que “se reunia semanalmente para preparar a cidade para o evento e atuou em várias frentes, como na organização das catequeses e da hospedagem dos peregrinos”. Ele afirmou ainda que “somente com esse apoio foi possível realizar a JMJ em Niterói”.

Ainda de acordo com a prefeitura, muitos peregrinos ainda permanecem na cidade até o próximo fim de semana.

 

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