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Efeitos das obras da TransOceânica

Sabemos que toda obra por menor que seja traz problemas e incômodos. E quando essa obra refere-se a um marco histórico para uma cidade, esses problemas e incômodos ganham uma proporção maior. A obra da TransOceânica é um exemplo disso, pois os contratempos trazidos por ela, sobretudo, os que estão relacionados a uma situação adversa de vendas como a que vivemos hoje se torna muito difícil de controlar.

Sabemos também que é impossível realizar uma obra dessa natureza sem que a população e, principalmente, o comércio não tenham diálogo e muito menos participação junto aos órgãos de representatividade. Por isso, a Prefeitura de Niterói, a fim de orientar, tem feito diversas reuniões com empresários e moradores da Região Oceânica para ajudar a minimizar os impactos da obra.

Acreditamos que se o empresário ao tomar conhecimento em tempo hábil do que será realizado, com certeza terá condições para fazer um planejamento e encontrar soluções como férias coletivas, controle de compras, avisando a sua clientela antecipadamente, etc. 

Enfim, para construirmos uma nova Região Oceânica precisamos nos unir. Afinal, somente pela união e com reuniões periódicas para análises do andamento da obra, com sugestões e acompanhamento de todos atingiremos nosso objetivo. Certamente juntos transformaremos a região em um mercado de maior atratividade da cidade. A prefeitura está fazendo a sua parte, investindo cerca de R$ 500 milhões para as obras de infraestrutura para que a ligação da Região Oceânica à cidade, que hoje está separada pela serra, se transforme em realidade. 

Juntos estamos construindo uma Niterói melhor!

 

Joaquim Pinto

Presidente do Conselho Superior da CDL Niterói