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Entrevista: Fabiano Gonçalves na Folha de Niterói

” O primeiro quadrimestre foi de muitas lutas e muitas vitórias”

Quem não conhece Fabiano Gonçalves, secretário de Desenvolvimento Econômico de Niterói, não consegue imaginar a experiência que tem. Aparentando ter menos do que seus 38 anos, o economista dedicou parte de sua vida ao mercado financeiro, com passagens pelos bancos Bandeirantes e Pactual. porém, aos 26 anos, ele decidiu ser empresário – ou empreendedor, termo que está na moda atualmente – e abriu uma farmácia de manipulação. Talvés, por ter enfrentado as dificuldades inerentes à montagem do próprio negócio, Fabiano comemore o sucesso da tenda do Sebrae – montada recentemente no Centro da cidade – e a implantação da Lei do Microempreendedor Individual.

FOLHA DE NTERÓI – Como surgiu o convite para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Econômico?

Fabiano Gonçalves – Há muitos anos estamos lutando pelo segmento comercial e de serviços na cidade. O prefeito Rodrigo Neves já conhecia nosso esforço e trabalho. Aliado a isso, temos uma excelente relação com o setor produtivo de Niterói. Assim, na composição política e técnica para preencher a vagam fomos lembrados e fiquei muito honrado com o convite.

FN – Qual o balanço desses quatro meses de governo?

FG – Realmente agora Niterói tem prefeito. A disposição do Rodrigo Neves é inspiradora. A cidade estava muito largada. Todos os segmentos sociais estavam carentes. Não existia manutenção. Uma importante lei foi tirada do papel e posta em prática: a Lei do MEI (Microempreendedor Individual). A cidade saiu do Cauc (Cadastro Único das Cidades), tendo o “nome” limpo. Isso é prova de que o primeiro quadrimestre foi de muitas lutas e com muitas vitórias.

FN – Recentemente, uma tenda do Sebrae foi montada no Centro de Niterói para ajudar as pessoas a montar seu próprio negócio ou regularizá-lo. Quantas pessoas passaram pela tenda e qual é a importância deste tipo de ação para a cidade?

FG – Foram atendidas mais d e4,3 mil pessoas: recenseamos 390 ambulantes, 550 empresas foram abertas e entregamos 305 alvarás. Foi marcante, um sucesso sem precedentes na cidade. As pessoas ficaram impactadas com a ação, pois nunca viram a Prefeitura atuando daquele jeito.

FN – O senhor ainda preside a CDL? Como faz para conciliar os dois cargos?

FG – Sim, continuo presidindo a CDL. Ainda compartilho tempo com a minha empresa, como diretor do Grupo da Casa das Fechaduras.

FN – Quais os próximos desafios?

FG – A implantação por completo da lei do MEI, abertura da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) em Niterói e a abertura da Casa do Empreendedor.

 

Fonte: Folha de Niterói