Em: Notícias CDLNITEROI

Horário de verão pode trazer benefícios para comerciantes

Dia claro até mais tarde faz com que pessoas permaneçam nas ruas. A mudança de horário faz com que consumidores tenham mais vontade de passear após o trabalho

O horário de verão, que teve início a zero hora de domingo, pode trazer benefícios para os lojistas e comerciantes de Niterói, segundo informaram os presidentes da Câmara de Dirigentes e Lojistas (CDL) de Niterói, Fabiano Gonçalves, do Sindilojas de Niterói, José Luis Paschoal.

De acordo com Paschoal, com o dia claro até mais tarde, a mudança de horário faz com que consumidores tenham mais vontade de passear após o trabalho, o que favorece o comércio. Os artigos mais vendidos no período serão de moda praia e verão, além de fantasias e suvenires, em função do carnaval.

Segundo Fabiano Gonçalves, o aumento das vendas poderá representar até 4% de ganho para os lojistas, principalmente entre os meses de novembro e dezembro, já que são meses que se aproximam do Natal, além do horário a mais para os lojistas.

“Os lojistas que normalmente fecham às 18h, vão passar a fechar 19h. Isso acontece porque percebemos que as pessoas ficam até mais tarde nas ruas, o que contribui para alavancar as vendas. Podemos dizer que o impacto é sempre positivo e começamos a perceber os benefícios a partir da segunda semana do horário de verão”, disse Fabiano.

Costume – A mudança do horário agrada a alguns niteroienses, que gostam de aproveitar o dia.

“Podemos ficar mais tempo na praia e na rua. Pena que gastamos mais. Tenho certeza que vamos ter um pouco mais de preguiça para acordar, até se acostumar, mas faz parte”, disse a artesã Marianna Gomes Luz, de 28 anos.

A Prefeitura de Niterói, através da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos, informou que, a princípio, não há previsão de extensão de horário. Porém, será avaliado o impacto do horário de verão na escala de trabalho dos diversos setores envolvidos.

Economia – A adoção do horário de verão no período 2013-2014, que termina no dia 16 de fevereiro de 2014, representará uma economia de R$ 4,6 bilhões em investimentos que deixarão de ser feitos em geração e transmissão de energia, e de R$ 400 milhões sem o acionamento de usinas térmicas. A estimativa do governo federal foi anunciada na última quarta-feira pelo secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner.

Fonte: www.ofluminense.com.br