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IGP-10 de outubro sobe 1,88%, ante alta de 0,61% em setembro, diz FGV

Por Idiana Tomazelli

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) avançou 1,88% em outubro, após subir 0,61% em setembro, divulgou na manhã desta sexta-feira, 16,a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado do indicador ficou dentro do intervalo das estimativas do mercado financeiro, segundo levantamento AE Projeções, que ia desde um avanço de 1,32% a uma alta de 1,91%, e acima da mediana de 1,70%

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-10. O IPA-10, que representa o atacado, subiu 2,62% neste mês, após avançar 0,82% em setembro. O IPC-10, que apura a evolução de preços no varejo, cresceu 0,59% em outubro, em comparação com alta de 0,15% no mês anterior. Já o INCC-10, que mensura o impacto de preços na construção, apresentou alta de 0,23%, contra avanço de 0,36% na mesma base de comparação.

Com o resultado agora anunciado, o IGP-10 acumula altas de 7,88% no ano e de 9,83% em 12 meses. O período de coleta de preços para o IGP-10 de outubro foi do dia 11 de setembro ao dia 10 deste mês. O IGP-DI de setembro, que havia captado preços do dia 1º ao dia 30 do mês passado, apresentou alta de 1,42% na leitura mensal.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários atacadistas (IPA Agropecuário) subiram 3,94% em outubro, após alta de 1,35% em setembro, segundo a FGV. A instituição informou ainda que os preços dos produtos industriais no atacado (IPA Industrial) registraram alta de 2,12%, ante avanço de 0,61% observado no mês passado.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 1,47% em outubro, após aumento de 0,10% no mês anterior.

Os preços dos bens intermediários, por sua vez, subiram 2,15% neste mês, em comparação com a alta de 0,94% em setembro. Já os preços das matérias-primas brutas registraram aumento de 4,62%, ante avanço de 1,56% na mesma base de comparação.

Fonte: Estadão Conteúdo